Mapa da Vida: o resumo do que é mais importante para criares a vida que queres

🗃️Índice

ATENÇÃO: Texto ainda em Construção! 👷
(mas podes ir lendo o que já está)

Copia os Dados (Atenção 1)

  • Primeiro de tudo, descreve a situação, de preferência por escrito (com o máximo de detalhe possível e perspetivas possíveis)
    • Se fosses avançar num certo projeto relacionado com as tuas finanças, poderias abrir o teu documento de registar, no capítulo “Finanças” (vias logo lá tudo o que sabes sobre isso). E depois escrevias sobre as tuas circunsâncias atuais nesse capítulo.
    • Se estivesses com outra pessoa em tempo real, apenas estarias com o máximo de atenção ao momento presente.

Objetivo Chave: ver realidade exatamente como ela é (de forma “fria”, sem exageros, ou ilusões)

Treinar e habituar e alterar o cérebro para ser capaz de prestar atenção ao que interessa e tu queres.

Corpo (equilibrar?)

Faz bem ao teu corpo (porque afeta tudo).

Importante também sentires-te seguro (e confortável) no teu corpo. E capaz de controlá-lo bem: movimentos, respiração, acalmar, etc. (Início de tudo)

Aqui, vais usar o corpo como indicador (onde colocar tua atenção)

Quando te sentes bem no teu corpo, o teu comportamento muda completamente (não és a mesma pessoa). Sem o corpo no seu melhor, estás a funcionar a 1% das tuas capacidades. Ao aprenderes a criar os estados corporais certos (calma, concentração, criatividade via sistema parassimpático/ondas alfa, teta ou gama), qualquer atividade torna-se muito mais fácil.

  • Biologia é o mais importante: muito do meu comportamento é uma mera consequência do estado físico do meu corpo. Exemplos:
    • Quando mudei de alimentação e comecei a tomar ótimas decisões de estudo (manter concentração durante muito mais tempo)
    • Quando me queria levantar da cama. Quando eu comecei a sentir-me ligeiramente diferente ao acordar, começou a ser muito fácil levantar (é como se o próprio corpo se quisesse levantar)

Acalmar o Corpo (e Recuperar) (Criar calma no corpo e recuperar)

Da primeira vez que eu descobri isto, fiquei: mas existe uma maneira correta de respirar? Pois é! E faz toda a diferença, especialmente sensação de calma (e sono, concentração, digestão, TUDO – todas as funções corporais!)

Respiração é o primeiro exemplo de um sistema completo de evolução via feedback.

Ideia: ativar o sistema nervos parassimpático

  • Técnica mais importante: respirar com expiração longa
    • Idealmente fazer também:
      • respirar sempre pelo nariz (inspirar e expirar pelo nariz)
      • respirar mexendo o diafragma (quando respiras, só a tua barriga/adbdomén/diafragma é que mexem automaticamente. O teu peito e ombros não mexem. .
  • Outras técnicas:
    • Meditação (além do relaxamento via parassimpático, melhor ferramenta para alterar ondas do cérebro: de ondas betas para ondas alfa e teta, mais relaxante, mas também mais imaginação e clareza mental)
    • Mexer-te com total atenção no corpo (tai chi, qigong, yoga, etc.)
    • Massagem ou “tapping” (tapping é tu bateres repetida e calmamente em qualquer parte do teu corpo só com as pontas dos dedos, exceto o polegar, como se estivesses a beter num tambor)
    • Depois de um banho de água fria
    • Depois de exercitar
    • Rir
    • Estimular músculos da garganta (fazer som “mmmm” ou outros, cantar, gagarejar)

Objetivo final: respirar bem a toda a hora

Energia e Saúde sempre (3 grandes hábitos/hábitos ancestrais)

  1. Sono (todos os dias à mesma hora, incluindo fim de semana, e sem alarme) Mau sono é como estar bêbedo
  2. Alimentação (só comida real e água, veio da terra e não da fábrica, máxima variedade – melhor nutrição e mastigar mais significa estrutura do crânio mais funcional)
  3. Movimento (posições variadas e mudar de 1h em 1h, alongar especialmente coluna e tudo – depois ginásio, desporto, taiji, o que mais gostes! Idealmente está sempre atento ao movimento e sensações do teu corpo – “feedback imediato”. Procurar dor, prazer, limites no corpo? Postura e local de trabalho ergonómico? pausa e olhar ao longe?)

Os teus níveis de açucar no sangue afetam imenso tua “disciplina” e concentração.

Sentir (“Quais são as sensações?”)

Permite-te desacelerar a tua perceção e veres sensações e pensamentos a aparecer nessa altura (agir em vez de reagir: C-A manual em vez de automático)

Possíveis métricas:

  • Cada vez menos tempo distraído em pensamentos
  • Cada vez menos tempo distraído em jogos, etc.
  • (Mais rapidamente “voltas à realidade/sensações”)

“Desligar do cérebro um pouco” (e reconectar com resto do corpo)

Pode ser o mais “difícil” só porque não estás habituado a receber feedback. Mas é o fundamental. Não é assim tão difícil lol, especialmente se for só o “sentir”.

  • Fundamental para qualquer coisa relacionada com o corpo, porque é o teu mecanismo de feedback – aí é que vês o realmente resulta e não resulta (és capaz de ver a diferença entre o antes e depois de dormir) – não é absolutamente necessário saberes que está a acontecer, mas ficarás sempre dependente de acreditar cegamente no que os outros dizem (e se não sentes a diferença, então mais provável ignorares). Este é o mecanismo de longo prazo que te permitirá resolver qualquer problema futuro.
  • Detetas aspetos muito mais súbteis do corpo:
    • Queimadura: quando deteto certa temperatura na pele, sei que não devo estar mais tempo ao sol, senão vem queimadura
    • Compressão: sei o que é um corpo comprimido e descomprimido, por isso estou imediatamente atento quando o corpo se começa a queixar de certa postura.
  • Nota: muito mais fácil quando estás sozinho, porque não precisas de estar tão atento ao exterior (eu pessoalmente tenho total atenção no meu corpo enquanto estou sozinho, mas depois com outras pessoas ainda ). Recomendação/Expectativa: será mais fácil sozinho do que quando estás com outras pessoas (difícil manter sensação em vários lados). Inevitável que atenção não dê para tudo? Talvez, mas de certeza que é melhorável.

Apresenta-te os desafios de sensações para superares. Depois, respiração é o teu porto seguro que te permitirá acalmar mais facilmente e avançar. Por outro lado, sentir corpo vai-te fazer perceber melhor onde colocar a língua e como a tua respiração funciona.

Benefícios (compreender totalmente as sensações do próprio corpo – para criar conforto de estar no nosso corpo, nunca reagir cegamente a sensações do corpo e saber ouvir o nosso corpo em primeiro lugar para poder agir a seu favor que é também o melhor para nós, )

  • Ser capaz de sair dos pensamentos e focar só no que está a acontecer agora (com mais treino, até capaz de silenciar pensamentos só estando super atento às sensações)
  • Ver sensações como são, sem falsas interpretações (frio, medo, raiva, etc, tudo apenas como sensações no corpo)
  • Ser mais sensível a sensações subteis do corpo (para analisar sempre o estado físico do corpo e associar esse estado às ações que fizeste – “mecanismo de feedback”) – pelo menos ser capaz de saber quando certa sensação é igual ou diferente do que normalmente é.

Nós normalmdente não sabemos como lidar com sensações do corpo.

  • Treino Básico: para lidar com sensações (dor, nervosismo, etc.), sente-as totalmente até desaparecerem
  • Treino mais eficaz: Meditação “Quais são as sensações?” (Vipassana/Mindfulness/Atenção Plena): Senta-te num sítio sem distrações, fecha os olhos e presta atenção à tua respiração, mas sem tentar controlar a respiração. Se aparecer outra sensação no corpo, presta atenção a essa sensação (sente-a totalmente) até ela desaparecer (e depois volta à respiração). E se aparecer algum pensamento, presta atenção às sensações por detrás desse pensamento.
    • Resumindo, quer apareçam sensações ou pensamentos, a pergunta é sempre “quais são as sensações?” (ou seja, queres prestar sempre atenção às sensações do corpo, sentindo-as totalmente até desaparecem. E enquanto não tiveres outras sensações, vais prestando atenção à respiração, porque essa está lá sempre!)
    • Meditação também ajuda a melhorar a tua respiração, porque podes analisar a qualidade da tua técnica de respiração e cada vez perceber melhor o que está a acontecer em todas as partes do teu corpo enquanto respiras.
  • Objetivo Final: Treino constante: ao longo do teu dia, presta sempre atenção as tuas sensações do corpo (e pensamentos e ações? “Dashboard Log”?). Viste o que acabaste de fazer ou não?

Agir apesar das sensações treino? (correr mais apesar de aviso mental de cansaço, comer comida apesar de saber demasiado salgada, banho de água fria apesar de sentir frio, etc.)

  • Outras Experiências, em que vês sensações como elas são:
    • Dor: Sentir a dor e não pensar
    • Comichão: sentir a comichão e não coçar
    • Jejum: sentir a fome e não comer
    • Exercício: sentir o cansaço e não parar
    • Movimentos Novos: sentir o desconforto/”vergonha” e não parar
    • Frio: sentir o frio e continuar

Pensamentos (equilibrar?)

Atitude de curiosidade com compaixão (“quero aprender”) — ou talvez colocar isto na intro?

“Toda a gente faz o melhor com as ferramentas que tem, incluindo tu.”

Aqui, vais usar os pensamentos como indicador (onde colocar tua atenção)

  • Boa biologia não faz muito senão for bem aproveitada (para isso é preciso ter uma boa base teórica na realidade)

Vâ sempre os dois lados (equilibra a tua visão da realidade)

Facto Fundamental: por natureza, a nossa atenção é incompleta, por isso só verá parte da realidade. Mas quanto mais perspetivas diferentes tivermos, mais vemos da realidade (e mais sabemos o que estamos a escolher). Cada pessoa vê diferentes perspetivas, mediante o conteúdo da sua memória, ou seja, mediante a sua experiência passada.

  • Facto: por causa disto, toda a gente está correta. Mas a questão importante é que estar correto não te leva aos resultados que queres.
  • Solução: intencionalmente procurar mais perspetivas, em vez de insistir nas perspetivas que nos afetam naturalmente.

HISTÓRIA VISUAL: 6 cegos não sabiam o que era um elefante, e por isso, tentaram perceber o que era um elefante, cada um sentindo uma parte do elefante. Normalmente, todos discutem que ele próprio sabe o que é o elefante, julgando que o elefante é só e apenas aquilo que cada um sentiu. Mas a resposta correta é partir do princípio que todos estão corretos de alguma forma e tentar combinar as perspetivas da forma mais lógica para tentar reconstruir o elefante da forma mais completa possível.

Tudo na vida tem um lado bom e um lado mau. Mas normalmente a nossa atenção só vê um lado, dando-nos uma visão incompleta da realidade (mas que temos imensa certeza que estamos corretos). Por isso, vê o outro lado também (não precisas de outras pessoas: basta questionares-te a ti próprio).

  1. Quando pensas numa ideia, na frase seguinte, defende a ideia oposta (Se na primeira frase, dizes que é bom, de que forma é mau? Ou se dizes que é mau, de que forma é bom? Qual é o outro lado dessa história?)
    • No fundo, ser cético com tudo, tanto para o bom, como para o mau. (interessa é que sejas proporcional à realidade)
  2. Sente as sensações associadas (muitas vezes estes conceitos de bom e mau vêm com sensações associadas. Se for esse o caso, sente também essas sensações totalmente – em que parte do corpo se localizam e qual é a sensação exata. Qualquer situação habitual não pode desencadear respostas de stress – porque senão é stress crónico garantido. Respostas de stress devem ser exclusivamente para situações novas, não recurrentes).

FACTO FUNDAMENTAL:

  • 2 Opostos podem estar corretos: Manter ao mesmo tempo duas ideias aparentemente opostas e contraditórias. Exemplos:
    • aceitar e não aceitar (aceita o que é, porque não podes mudar o passado, mas não aceites que o passado continue a ser o teu futuro, mas melhora sempre)
    • computador difícil de carregar (é mau quando precisas de o carregar, mas bom quando alguém te quer roubar). Um computador portátil é o contrário.
    • “As pessoas são todas iguais” e “As pessoas são todas diferentes”. Ambas estão corretas (porque dizem parte da verdade), mas estão erradas (porque não dizem toda a verdade). A primeira frase é dita por alguém que estava atento só às semelhanças e a segunda frase é dita por alguém que estava atento só às diferenças
  • Conclusão: não vale a pena passar a vida a debater com outras pessoas sobre palavras, porque é perder tempo (tudo depende apenas se uma pessoa decide prestar atenção às mesmas características que a outra pessoa ou não. No fundo, podes decidir passar a vida a discordar com tudo, só que perdes tempo, porque aprendes menos da outra pessoa).
    • Solução: Absorve o máximo de perspetivas de cada pessoa com quem falas
      • na maioria das vezes, o objetivo não é descobrir a verdade, mas sim colecionar perspetivas (quantas mais e mais variadas, melhor).
  • Bom e mau são conceitos puramente mentais (interpretações). Se não conseguisses pensar, mas apenas sentisses com os 5 sentidos, então não verias nada como bom ou mau – apenas vias o que é.
  • Todas as perguntas na vida não são de “esquerda ou direita”, mas de “onde está o equilíbrio certo para ti entre os dois lados?” (não é “0 ou 100?”, mas sim “de 0 a 100, onde?”)
    • Explora os dois extremos até encontrares o equilíbrio para ti (por exemplo, quanto tempo de socializar vs estar sozinho? Pessoalmente, agora, estou muito para o lado de estar sozinho). E em que situações é que irás considerar o outro lado? (por exemplo, se já não socializas há mais de 2 semanas, ou se é algum evento especial, etc.)
  • Grande Problema: absorver cegamente só uma fonte e não continuar a questionar essa informação/testar dada experiência ou procurar outras perspetivas (por exemplo, aquilo que se aprende na escola – acontece imenso com médicos, etc, que só aprendem uma perspetiva sobre medicina, que inevitavelmente será muito incompleta e produzirá poucos resultados).
  • Tudo tem explicação lógica: ações das pessoas, etc (desde que vejas pela perspetiva certa).
  • Procura sempre os teus pontos fracos. Procura sempre aquilo que ainda não estás a ver.
  • Para cada uma das tuas crenças, acredita igualmente na sua contra-crença.
  • Este é um problema de atenção: atenção só num lado, sem tentar procurar outros lados (porque nem te passa pela cabeça fazer isso).
  • Mentalidade: “Como transformo o que acabou de acontecer numa vantagem, numa oportunidade? Como transformo esta característica numa vantagem?”
  • Fazer lista de vantagens e desvantagens (bom e mau) para tudo
  • Aprende as duas ferramentas. A chave é saber quando utilizar cada ferramenta a cada momento (mão esquerda e direita, WordPress e OneNote, talheres e mão, etc.). Nunca sê esquisito com ferramentas ou meios.

Nunca acredites. Experimenta sempre! (e ajusta)

Problema: com tanta informação contraditória, em quem acreditar? (informação contraditória existe porque cada pessoa é diferente, por isso vè e valoriza perspetivas diferentes). Tu também tens de escolher a perspetiva que tu próprio mais valorizas (e isso só descobrirás experimentando).

Exemplo clássico: eu a pesquisar na net a temperatura ideal para o interior (várias opiniões) em vez de experimentar com o ar condicionado e sentir o que prefiro. Ou dicas de nutrição (todas as opiniões na net – porque todos as perspetivas é um facto da realidade), em vez de experimentar e ver os resultados. Foi assim que descobri a solução.

  • Melhor fonte de informação: experimenta tu próprio e ajusta perante os resultados (Resulta? Continua. Não resulta? Experimenta outro).
  • Outras fontes de informação (outras pessoas, internet, livros, estudos científicos, teus próprios pensamentos, etc.) são só sugestões do que experimentar a seguir (porque podem estar errados ou incompletos).
  • CHAVE: Só a realidade te pode responder, através da tua ação/experimentar (qualquer ser humano apenas pode tentar adivinhar, muitas vezes mal, especialmente se não tiver experiência com o assunto, ou se já tiver uma opinião formada que ignora parte ou toda a realidade sobre esse assunto)
    • Seres humanos podem dar feedback errado (exaltar-se com algo irrelevante, criticar algo que funciona ou admirar algo que não funciona, etc). Só a realidade é que dá sempre feedback certo, por isso ouve apenas a realidade.
  • Porquês Importantes:
    • há conhecimento que não está em lado nenhum (muitas vezes porque não foi descoberto, ou suficientemente divulgado). Experimentar é a única maneira de criar novo conhecimento.
    • muitas vezes pedes opinião a outras pessoas para ver se algo é boa ou má ideia (e normalmente achas que é melhor ideia se mais gente de disser que é boa ideia, e pior ideia se mais gente te disser que é pior ideia). A verdade é que ninguém sabe e só a realidade te poderá responder (se experimentares). Ao perguntares a outras pessoas se algo é boa ideia, essa pessoa não te vai dizer o que aconteceria na realidade, mas sim o que aconteceria no conceito de realidade dessa pessoa (que é muito mais limitado). Na verdade, ao perguntares a opinião da outra pessoa, apenas ficas a saber o quanto essa pessoa está habituada ou não a essa ideia (ou o quanto defende ou não essa ideia)
      • Exemplo: Muita gente disse-me que o YouTube não iria resultar. No entanto, resultou.

Outras pessoas alertam-te para perspetivas que talvez não viste. Por isso, ouve sempre outras pessoas (e tendo isso em conta, depois faz o que quiseres).

Não cair na tentação de dependências.

  • Porque não ouvir os outros cegamente?
    • As experiências/opiniões dessas podem ser muito diferentes do que a tua experiência
    • Vais ter de experimentar sempre de qualquer modo (poupas tempo)
  • Grande Objetivo: alcançar o resultado independentemente das circunstâncias que não controlas (ou seja, seres tão bom, que mesmo tu no teu pior és suficiente para alcançar o resultado)
  • Cada experiência é um diagrama CAR:
    • Ignora todos os CA constantes
    • Idealmente, varia só 1 CA de cada vez (cada experiência)
    • Se for muitos CA a variar, ignora todos os CA que não controlas (porque queres ser capaz de alcançar o resultado em quaisquer circunstâncias)
      • Por exemplo, que matéria sai no teste.
      • Doença?

Copia só a carne (Atenção, pensamentos e ação só naquilo que te leva aos resultados que queres)

Metade da tua energia mental fica livre para outras coisas (não gasta em opiniões ou gostos ou previsões sobre assuntos que não interessam).

Pensamentos e opiniões não mudam a realidade. Desde que faças as ações que são precisas, podes ter os pensamentos que quiseres que obterás os resultados na mesma. (Pensamentos e opiniões são apenas ferramentas para facilitar a atenção e ação que tu queres)

MELHOR VERSÃO?:

  • Quanto menos tiveres de pensar como parte da tua “rotina habitual”, menos energia gastas e mais oportunidades tens para pensar em assuntos novos
  • Não ter de lembrar nada:
    • curto prazo: agenda, fazer imediatamente
    • longo prazo: caderno de registo, agenda
    • ações recorrentes: agenda
  • Não pensar dentro da tua cabeça: escrever para pensar
  • Reduzir mínimo de problemas/Ação Mínima Necessária:
    • Ver tudo em termos de ação e cirunstâncias/resultados (ignorar todas as outras categorias como “bom e mau”, etc.)
    • Focar só na tua ação, esquecer circunstâncias: “experimenta e ajusta (como melhorar para a próxima)” – elimina maioria dos problemas
    • Dentro da tua ação, ir atrás só dos resultados necessários/que valorizas mesmo (elimina ir atrás de resultados desnecessários: pertences, pessoas, títulos, experiências, etc)

MAIS IDEIAS

  • Vê só dados reais causas (circunstâncias e ações) e resultados – ver todos os fenómenos por esta lente, sem interpretações
    • Dados reais organizados da forma mais próxima da realidade (se invísível, torna-o visível)
  • Sem opiniões? Sem gostar e não gostar? Só: leva-me aos resultados que quero?
  • Consome só conteúdo relevante (que te ajuda a atingir os resultados que queres)
  • Ignora pensamentos irrelevantes (que não resolvem nada)
  • Pertences: cada pertence ou relação é uma responsabilidade extra que tira o teu tempo e pensamento (tem de compensar) – ou colocar no “questionar queremos”?
  • Foca nas certezas?
  • Foca em 1 coisa de cada vez?
  • Controlar vs não controlar
    • Para de tentar controlar o comportamento das pessoas à tua volta! (esquece os outros e foca-te apenas no que tu queres e no que tu podes fazer agora para o conseguir).
    • Ignora qualquer componente genética, porque mesmo que exista, não há nada que possas fazer acerca disso. E, de qualquer modo, muitas vezes ou não existe, ou é apenas os filhos a terem os mesmos resultados que os pais porque têm as mesmas ações e circunstâncias (ou seja, não é genética – é apenas mesmas ações e circunstâncias). Na maioria das vezes, usar a genética como causa apenas te distrai daquilo que poderias fazer agora para melhorar a tua situação.
  • Nada de “open loops”/assuntos em aberto? (exceto para inspiração, em que escreves questão em aberto no final? – isto é demsiado teoria, poucos resultados na prática até agora)

“Qualquer conteúdo que consomes está a ensinar-te como pensar e agir. E expande as tuas perspetivas”! (cuidado!)

O meu cérebro não é sobrenatural. Apenas garanto que ele só faz o absolutamente necessário, e facilito todo o resto do seu trabalho. (ou colocar aqui ou no segundo cérebro).

Para de tentar controlar as pessoas à tua volta: faz o que queres! Resumo de Como Tratar Pessoas/Relação com Pessoas/Melhor Estratégia
  • Sabes que não precisas de ninguém (por experiência própria, sabes que estás confortável em estar sozinho e que lidas bem sozinho com qualquer situação)
  • A vida que queres ter está sempre em primeiro lugar (se alguém na tua vida não te ajuda a lá chegar, deixa essa pessoa) – mais tarde ou mais cedo irias perder essa pessoa, por isso mais vale ser agora. Ninguém se interessa por ti/está a ver (todos estão preocupados só com a sua aparência)
  • Trata pessoas como tratas a ti: não as tentes mudar para serem como tu queres, mas apenas faz o que é melhor para elas, ajudando-as a definir e criar a vida que querem ter (e tem só o mínimo de exigências necessárias para garantires que tu próprio também avanças em direção à vida que queres ter).

Outros:

  • Tudo liga com tudo. Beneficiar um beneficia todos. E prejudicar um prejudica todos. Beneficiar-te a ti beneficia todos. Prejudicar-te a ti prejudica todos. Beneficiar outra pessoa beneficia todos (e por isso, beneficia-te a ti). Prejudicar outra pessoa prejudica todos (e por isso, prejudica-te a ti). Estes efeitos podem ser mais diretos ou mais indiretos, mas acontecem.
  • As outras pessoas não sabem o mesmo que tu (e veem por diferentes categorias). Se não lhes disseste, então elas não sabem (Solução: parte do princípio que a outra pessoa não sabe nada, e diz-lhe tudo o que ela precisa de saber, a não ser que já tenhas recebido provas reais de que sabe)

Guarda tudo num segundo cérebro (3 ferramentas)

Cérebro não é para lembrar informação – é apenas para criar nova informação (novas conexões).

A maioria de nós não temos espaço no cérebro para pensar, porque gastamos todo esse tempo a tentarmos não nos esquecer de certas coisas. Lembramo-nos que temos de fazer isto, aquilo e o outro. Sentimos que não conseguimos pensar com tanto pensamento ao mesmo tempo. E depois acabamos por falhar muitas vezes. Mas tudo isto se resolve escrevendo (deixa o teu pensamento livre realmente para pensar)

Muitos não nos damos o tempo para pensar nisto, mas não há nada que te poupe mais tempo e pensamento a longo prazo do que estes sistemas.

Eu não controlo a inspiração/ideias/pensamentos/cérebro, por isso estou sempre preparado para registar o que aparecer na altura certa.

  • Resolver Definitivamente
  • Regra dos 2 minutos: “Faz-se rápido? Faz logo!” (remove-te esse pensamento e entras no hábito de ação/ação imediata)
  • Mecanismo Trabalho-Pausa/Consciente-Subconsciente (saber quando fazer pausa)
    • Consciente apenas determina o rumo geral/questões a perguntar. Depois o subconsciente dá todas as respostas (e consciente apenas tenta ser o “filtro/guarda da porta”, tentando afastar pensamentos subconscientes que dificultam a obtenção de respostas)
    • (e saber quando deixar o cérebro trabalhar e quando interferir – por exemplo, ao treinar movimentos, focar só no movimento que queres fazer e deixar o cérebro fazer o resto, em vez de tentar deconstruir a ação nas suas partes, como talvez um treinador faria ou então noutras áreas de conhecimento)
    • Pausa só a mexer o corpo talvez é o melhor (tira-te imediatamente da mentalidade de consumir informação e de estar preocupado. E dá-te melhores ideias do que fazer a seguir. Andar para trás e para a frente é o que gosto mais.)
    • Depois de consumir informação (preferencialmente terminando com resumo/reflexão), fazer pausa sempre (para deixar cérebro consolidar e criar mais concexões) – muitas vezes cérebro resolve problemas ele próprio (todas as minhas melhores ideias vieram de pausas, após consumo de qualidade)
  1. Passado: Documento para Registar (todo o teu conhecimento e dados das experiências)
    • Pensamento Baixo-Cima (Simplifica ações/estratégias gerais criando categoria de semelhança das situações em que se aplicam essa mesma ação/estratégia geral)
    • Isto é tracking da tua evolução (e organiza tua memória)
    • Partilha publicamente para começares a construir uma audiência
    • Por exemplo, se desta vez não respondeste como querias a um elogia, escreves aqui o que fazer para a próxima vez (ao escreveres a tua teoria de responder a elogios, mais facilmente te lembrarás para a próxima da ação que queres)
    • TEMPLATE: Oferece um template do “Documento para registar” com as várias categorias de vida (precisa inserir email e inscrever na newsletter ou não?)
  2. Presente: Documento para Pensar (Pensar no papel é mais fácil do que pensar na cabeça – escrever melhor que voz na cabeça – é só copiares os pensamentos que te aparecem. pensa mais facilmente, copiando todo o teu pensamento para o papel – melhor do que falar ou pensar, porque manténs mais informação na “memória de curto prazo”de uma só vez)
    • útil na fase de trabalho do “trabalho-pausa”
    • útil para pensar no “ajusta” e “queremos? precismos? temos?”
    • (as primeiras 2 frases tu já as pensaste – as seguintes serão completamente novas, ou seja, é o modo de pensar mais poderoso. Muitas decisões que eu achava difíceis ficam óbvias quando começo a escrever).
    • Pessoalmente, prefiro fazer este no papel (porque não dá hipótese de distrair a fazer pesquisas, etc.)
  3. Futuro: Calendário/Agenda: Criar rotina/hábitos diária/semanal que te leva aos resultados que queres – especialmente para ação a fazer mais tarde ou para hábitos repetitivos para objetivos a longo prazo (e que vais ajustando ao longo do tempo)(faz sempre só o que está no calendário. Elimina todas as decisões que não precisas de fazer)
    • Tempo dedicado proporcional ao nível de prioridade
  • Visualizar? (colocar algures?)
  • Subvocalizar: https://www.youtube.com/watch?v=Ddfgq3K4_vY

Resolve

Mesmo vendo realidade como ela é, nada vai mudar se não agires (e para gerar novos dados e ajustar, tens de agir)

Aqui, vais usar pensamentos ação, resultados, o que tu queres OU O QUÊ como indicador??? (onde colocar tua atenção) – QPT diz-te onde colocar a tua atenção!

  • Linguagem específica em tudo? Se não sabes, dá um palpite em tudo?
  • Esta é a estratégia mais poderosa para direcionar a tua atenção para o sítio certo.
  • Usa em qualquer altura (só pensando, para pequenas decisões pequenas e rápidas, ou escrevendo, para todas as outras decisões) – “sair do modo reativo e agir estrategicamente”

Qualquer decisão é uma troca entre vantagens e desvantagens/resultados. Há sempre vantagens e desvantagens. (colocar no “equilíbrio”?)

Queremos?

  • “O que queres que aconteça?” (tens de ser capaz de imaginar todos os detalhes na tua cabeça. Se copiares, sê tão específico que qualquer pessoa que lesse o que escrevente imaginaria o mesmo que tu.)
  • Quanto mais experiência/conhecimento tiveres, mais fácil é saberes o que queres. P
    • Podes ir movendo-te gradualmente e oportunisticamente nessa direção
      • Por exemplo, eu depois de aprender sobre privacidade e segurança online, fui implementando gradualmente e oportunisticamente várias mudanças nessa direção.
    • Podes fazer pedidos mais abstratos, que também conseguirás lá chegar: “Há alguma maneira de ter estes resultados (que eu quero), sem ter também estes outros resultados (que eu não quero)?”

Por onde começar?

  • Objetivos fáceis (que podes alcançar já e sabes como alcançar)
  • Objetivos que afetem muitos outros objetivos (ou seja, que afetam muito outros aspetos da tua vida, e por isso facilitarão alcançares qualquer objetivo futuro)
  • Só objetivos que afetem o teu objetivo principal (por exemplo, tudo é que faço é para aumentar a quantidade e qualidade de trabalho que faço. Por isso, pergunto-me sempre: “pensar nisto vai-me poupar mais tempo do que gasta?”)

Questionar o queremos (relacionado com “copia carne”)

O nosso tempo é limitado. Por isso, há que escolher bem o que queres, dedicar todas a tua energia só nisso (e ignorar tudo o resto).

  • Queres mesmo? (Imagina-te já a ter o resultado. Mudou alguma coisa?) – “quebrar ilusões”
    • Tanto esforço para quê mesmo? Vale a pena? Leva a algum lado/resultado?
    • Alarga o intervalo de tempo de análise (segundos, minutos, horas para semanas, meses e anos – daqui a x anos, ainda interessa?)
    • E Mudará algum resultado? (ou não mudará nenhum resultado?). Se não mudar nenhum resultado, é ação inútil. Não faças.
  • É Problema? Importas-te? Precisas mesmo de fazer alguma coisa? É mesmo necessário?
  • Este é o problema certo a resolver, ou é melhor dar um passo atrás e resolver um problema anterior a esse (a raíz)?
    • Exemplo: se tens problemas numa relação, trabalho, etc, às vezes, não comeces por perguntar “como resolvo este problema nesta relação, trabalho”, etc, mas primeiro pergunta “quero mesmo esta relação, trabalho, etc?”
    • Exemplo: se recentemente recuperaste de uma doença, não comeces por perguntar “na próxima vez, como tratarei a doença?”, mas primeiro pergunta “na próxima vez, como evitarei apanhar a doença?”
    • Exemplo: se estás a tentar resolver “como é que eu respondo a todos os comentários em pouco tempo”, começa primeiro por perguntar: “será que eu preciso de responder a todos os comentários?”
  • Questiona as suposições daquilo que tu queres (às vezes, alterando ou removendo essas suposições, ficas com mais opções).
  • Há muita coisa que poderias fazer (mas para quê?)
  • Isso é mesmo necessário fazer? Ou é desnecessário?
  • Quando fazes qualquer ação, tenta descobrir o queremos por detrás disso.
    • Que resultados quero ao fazer esta ação?
    • Há uma melhor ação para chegar a esses resultados?
    • (com estas perguntas, percebes que “reagir mal ou descontroladamente” nas situações não faz nada e muitas vezes cria os resultados contrários dos que realmente querias. Por exemplo, criticares agressivamente alguém que não faz o que tu queres. O que muitas vezes acontece é que por causa da tua reação, essa pessoa ainda faz menos o que tu queres – ou seja, cria os resultados contrários dos que querias.)

Precisamos?

  • “O que precisas para chegar onde queres?” (Se não fazes ideia, faz primeiro alguma pesquisa ou lê o teu “Documento para Registar”. Se não, dá o teu melhor palpite/teoria).
  • Em teoria, qual seria a estratégia geral/algoritmo/sequência de circunstâncias e ações que te fariam chegar onde queres?
  • Opcionalmente, se não fizeres ideia nenhuma, podes primeiro:
    • Fazer uma pesquisa
    • Se a pesquisa também não der em nada, perguntar a alguém (tenta resolver tu próprio a questão antes de procurar ajuda, porque muitas vezes, pesquisa e pensar um pouco resolve o problema.)
    • Ao consumires, vai resumindo sempre no documento de registo (se não, não absorves nada)
  • Nota: Normalmente, há muitas maneiras (circunstâncias e ações) diferentes de atingir o mesmo resultado (cada uma com o seu conjunto particular de resultados, além do resultado desejado).

Temos?

  • “Com os recursos/circunstâncias que tens agora, o que podes fazer já?”
  • Logo que tenhas alguma ideia do que fazer, não penses mais e faz isso imediatamente
    • Se te aparecer pensamentos a sugerir fazer outra coisa, pensa “vou só fazer o primeiro passo desta tarefa e depois então vou fazer o que quiser. Vá, só esta experiência, vês como te sentes e depois fazes o que quiseres” (começas e se começas não sentes necessidade de outra coisa) – “o mais difícil é começar”

Se tens várias opções de ação e não for uma grande decisão, então escollhe uma e experimenta.

Não tentes prever o futuro. Mas pensa: “que ações/estratégia leva-te aos resultados que queres em todas ou no máximo de possibilidades?”

Opiniões dos outros são só sugestões (sem mais ou menos peso). No fim de contas a decisão será tua, aceitando todos os possíveis resultados.

Grandes Decisões

  1. Escreve todas as opções que te vierem à cabeça (não elimines nenhuma opção, mas escrevere-as todas – pensa em todas as variações/alternativas possíveis que te estás a esquecer)
  2. Para cada opção, faz uma lista de vantagens e desvantagens
    • (para te lembrares da impermanência, coloca a duração de cada benefício e desvantagem)
  3. Prevê possíveis resultados, especialmente melhor e pior hipótese
    • (exemplo: relembrar. Na pior hipótese, lembrete desnecessário. Melhor hipótese: evita esquecimento. Baixo custo. Alta potencial recompensa)
  4. Alguma opção que te estás a esquecer? (às vezes essa é a melhor)
  5. Escolhe a opção que te dá o melhor conjunto de vantagens, desvantagens e possíveis resultados
    • (garante apenas que não dás demasiado peso a certas vantagens ou desvantagens devido a suposições erradas – por exemplo, para desvantagens, costuma haver sempre uma solução).
    • Mesmo a pior possibilidade deve ser boa para ti (ou pelo menos algo que não te importes que aconteça)

FACTO DA EVOLUÇÃO: grande evolução faz-se dando pequeno passo atrás de pequeno passo, de preferência no limite entre o conhecido e desconhecido, fácil e difícil (evolução adjacente). É o melhor para a biologia (tua e das pessoas à tua volta) porque é uma mudança na direção certa, mas tolerável pelo cérebro de todos os envolvidos (muita mudança é muito desconfortável – muito atualização mental necessária de uma só vez, tal que conceito é demasiado não familiar). Exemplo: descobrir porção certa de comida (melhor para o corpo e para a pessoa a quem pedes para cozinhar, do que mudanças radicais).

Ação (Hábitos/Ação Automática)

Antes de mais, está atento à tua ação/hábito e escreve-o na forma “C,A,R”.

  • Exemplos:
    • Em casa, estou com fome? Como doces (e a fome desaparece).
    • Em casa, não sei o que fazer? Como doces (e sinto prazer).

Queremos: Exemplo em que o estímulo não seja o resultado desejado.

  1. Impede a velha ação
    • Remove/Substitui as circunstâncias (isto impede que sequer tentes fazer a ação)
      • Exemplo: comer só comida real com baixo açúcar e em suficiente quantidade e frequência (evita fome)
      • Exemplo: ter agenda cheia com imensas atividades e projetos (evita não saber o que fazer)
    • Impede-te de fazeres a velha ação (usa uma das 2 maneiras seguintes):
      1. Torna impossível a velha ação
        • Exemplo: Não tens doces em casa. Assim, quando fores procurar doces, tu lembras-te que não há doces e por isso a tua atenção liga-se automaticamente (porque a velha ação automática não funciona neste caso)
      2. Está sempre atento a ti próprio
        • Exemplo: Se estás sempre atento a ti próprio, então irás ver-te a tentar procurar doces. E quando te vires a procurar doces, pára e não faças nada (respira apenas).
  2. Substitui pela nova ação
    • Exemplo: Depois de impedires a velha ação (comer doces), lembras-te que a nova ação é comeres aqueles frutos secos que compraste, por isso executas a nova açao (procurar e comer os frutos secos).
      • A ação substituidora deve alcançar os mesmo resultados/benefícios que a ação antiga (senão, podes adicionar também outras ações ao teu dia-a-dia que atinjam esse resultado)
        • Exemplo: Come frutos secos (e fome desaparece como desejado) – resultado desejado é fome desaparecer, e própria ação subsituidora atinge esse resultado.
        • Exemplo: Comes frutos secos (mas já não sentes o prazer desejado). Por isso, ajuda o teu vizinho idoso todos os dias. (resultado desejado é prazer, mas comer frutos secos não atinge esse resultado, por isso adicionamos outra ação que atinja esse resultado – ajudar o teu vizinho)
      • Tem algo que vale mais para ti do que fazer a velha ação (talvez é um passo intermédio para outro objetivo) – ou toda esta descrição é mais ao nível mental???? – CONTINUA-ME
        • Exemplo: Combinaste com outra pessoa que vais queimar 500€ caso comas doces.
        • Exemplo: Queres levantar-te imediatamente da cama. Então liga um alarme e coloca-o longe da cama. Assim, se quiseres desligar o alarme, tens de te levantar (silenciar o alarme/evitar incomodar toda a gente vale mais para ti do que levantar-te da cama, por isso levantas-te)
      • Fazer ação desejada mínima? (focar só em fazer o passo seguinte, sendo ele o mais pequeno possível)
      • Criar categorias certas? – CONTINUA-ME
      • Associair velho hábito com algo que queres sempre evitar a todo o custo – (algo imaginado ou experiência real)
        • Exemplo imaginado: imagina os doces como veneno, ou como algo que fará apodrecer todos os teus dentes, ou outra imagem mental que te assuste particularmente. A partir daí, sempre que pensares em comer doces, imagina esta imagem mental assustadora (que deverá fazer-te perder a vontade de comer esses doces)
        • Exemplo real: arranja trabalho numa loja de doces, ou vai a uma loja de doces, ou um dia come tantos doces que tenas uma experiência tão má que nunca esquecerás. A partir daí, associa os doces a essa má experiência, e por isso já nem queres ver doces (porque te relembram dessa outra experiência)
  3. Repete a nova ação várias vezes (ao longo de vários dias) até o corpo executar a ação sem hesitação
    • Visualizar/Imaginar-te a fazer a nova ação também conta como repetição (recomendo fazeres primeiro pelo menos algumas repetições reais, porque às vezes na nossa imaginação escapam pormenores importantes que só te aprecebes quando tentas fazer a ação na realidade.)

Podes manter estas mudanças (eliminações e substituições) para sempre, ou temporaiamente, só até que o novo hábito seja criado.

  • Ideia é programar o par C-A/hábito no teu subconsciente.

Verifica (e ajusta)

Atenção no Indicador

Jogos e gravidade dão feedback natural que a maioria da realidade não te dá, a não ser que tenhas atenção (e outros sistemas).

Estamos programados para feedback imediato e ajuste imediato.

  1. Define o indicador que “mede” o progresso do teu objetivo (número de palavras escritas, qualidade de pensamentos, etc.)
  2. Enquanto fazes o que é preciso, está sempre atento ao indicador (assim, garantes que estás focado só em fazer progresso no teu objetivo principal , e que aprendes que fatores afetam esse progresso).
    • A primeira coisa mais importante a ter atenção (e treinar) é o teu nível de atenção (treinar a atenção, estando atento ao teu nível de atenção) – “estás a ver o que sentes, pensas e fazes?”
    • Usa também aparelhos de medição, como balanças, fitas métricas, etc, etc. (são auxiliares de sentir/atenção: dá-te “sentidos extra”)
    • Atenção constante em: “o que é que posso melhorar? O que é que posso melhorar? O que é que posso melhorar?” (para a próxima)
    • Outra coisa importante é estares atento a quando estás a inventar ou a supor
    • Fazer a pergunta certa é a melhor técnica para desviar a tua atenção para o que quiseres.
    • Verifica (por escrito ajuda) cada ação que queres fazer
    • Quanto melhor a qualidade da tua atenção, mais tempo consegues estar atento ao que queres (sem te distraíres com outras coisas ou com nada)
    • Porque por exemplo, em conversas, é fácil distraíres-te do assunto que queres falar se a outra pessoa mudar rapodamente de assunto
  3. Regista os dados e conclusões (copia tudo para o teu “documento para registar”)
    • Registar permite-te ver sequência de exemplos/resultados (mais fácil para retirar conclusões a partir dos vários resultados/observações – “junta todos os resultados num só sítio e tempo”)
  4. Ajusta (decide como é que irás fazer de diferente para a próxima, especialmente se não obtiveste os resultados que querias, e o que vais experimentar a seguir)
  • Tracking de indicadores
  • Certos problemas só sabes que não resolveu se voltar a aparecer o mesmo problema (senão está resolvido)
  • Também podes colocar no calendário um nota para verificar resultado nessa altura
  • Cada atividade do calendário é imediatamente ajustada quando é feita (como calendário evolui)
  • Ajusta ações futuras ao colocar essa nova ação no calendário.
  • TREINO EXEMPLO: treina uma certa sequência de ações, primeiro, decidindo a sequência que queres (escreve ou visualiza) e depois tenta fazer essa sequência de ações na prática, mantendo sempre a tua atenção para garantir que executas essa sequência. Repete isto e treinaste este novo “hábito”.
  • Exemplo: verifica que a outra pessoa percebeu (pedindo para recapitular ou explicar o que virá fazer)
  • Exemplo: verifica que a outra pessoa te respondeu à pergunta

Depois de descobrires solução

  • Pensa na categoria mais geral em que a tua solução se pode aplicar (e experimenta também esses)

Resolver Resultados que não queres para a próxima

  • Resultados que não queres?
    1. Descobre a ação que é a causa inicial (pergunta sempre “qual foi a causa desta casua?” até encontrares uma ação nessa sequência de causas)
    2. Elimina a ação
      • Lista as circunstâncias da ação e elimina circunstâncias associadas
      • Lista os resultados da ação e substitui por atividades com mesmos resultados
      • Pensa em algo mais importante para ti que estás a sacrificar (por exemplo, progresso no teu objetivo principal) ao continuar com esta ação.

Conclusão

Poderás aprender mais no meu site ricardo-ferreira.pt e canal. E volta a este vídeo várias vezes para ir avaliando o teu progresso.

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